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Segurança em casa: especialista dá dicas sobre instalação elétrica residencial

Você já entrou em um cômodo no qual não havia um interruptor próximo à porta de acesso? Já dormiu em um quarto no qual não havia uma tomada perto da cama? Ou precisou ligar a televisão e demais aparelhos eletrônicos e não encontrou tomadas suficientes? Isso tudo diz respeito à instalação elétrica residencial. Projeto elétrico ideal deve levar em consideração o ambiente e as suas necessidades, ou seja, quantos equipamentos serão ligados naquele cômodo e quais são os seus tipos. Além disso, também deve considerar o número de pessoas que usarão os ambientes e as atividades a serem desempenhadas por elas”, diz o especialista. “Além de seguir os padrões de segurança, objetivando economia e bom funcionamento, o projeto deve ser acessível, flexível e ter capacidade de reserva”, detalha o especialista.

Para realizar reformas em casa é preciso estar atento aos mínimos detalhes. “Para evitar curtos-circuitos, choques elétricos, mal desempenho dos aparelhos em operação e, até mesmo, incêndios, é imprescindível contar com a ajuda de um bom profissional”, explica. Para ajudar quem precisa executar um projeto elétrico residencial de qualidade, nome preparou algumas dicas de ouro para evitar imprevistos com as instalações. Confira:

Não sobrecarregar disjuntores: o ideal é que seja instalado um disjuntor para cada circuito e um disjuntor geral no quadro de distribuição, para que não ocorra sobrecarga em nenhum dos dispositivos de proteção.

Utilizar disjuntores compatíveis com os cabos elétricos: para que o disjuntor proteja o circuito, é importante que sua capacidade seja inferior ou igual à dos condutores que protege. Se o disjuntor for superior aos condutores, ele não será acionado caso ocorra um curto-circuito ou uma sobrecarga.

Instalar o Dispositivo DR (diferencial residual): Basicamente explicando ele é um dispositivo que detecta fuga de corrente de pequenas intensidades e protege o usuário contra choques elétricos, por isso é indispensável em locais que podem ter presença de água, como cozinhas, banheiros, áreas de serviço, piscinas, saunas etc. O ideal é o uso de DR’s de alta sensibilidade, que são os menores ou iguais a 30mA.

Condutores Elétricos: O dimensionamento correto dos condutores é de extrema importância. Utilizar bitolas de cabos e fios inferiores às definidas em norma pode provocar superaquecimento dos condutores e curto circuito podendo ocasionar até mesmo um incêndio.

Adquirir materiais de qualidade: o uso de fios e cabos “desbitolados” ou materiais de qualidade inferior pode resultar na queda constante de disjuntores, curtos-circuitos e incêndios. Utilizar somente marcas com selo do Inmetro.

Realizar o aterramento: é por meio do aterramento que as descargas elétricas terão um caminho alternativo e seguro, protegendo os usuários contra choques elétricos. Além disso, o aterramento é muito importante para evitar que equipamentos eletrônicos e componentes da instalação queimem.

Benjamins e extensões (adaptadores): o uso excessivo desses itens pode gerar aquecimento do circuito elétrico e normalmente acaba em um curto circuito. Para evitar essa situação, uma solução é elaborar um projeto que contemple uma tomada para cada aparelho elétrico.

Ter “tomadas” de uso específico: aparelhos com potência elevada, como chuveiros, torneiras elétricas, forno elétrico, micro-ondas, máquina de lavar louça, máquina lava e seca roupas e, também, ar-condicionado. Estes se colocados em um mesmo circuito de iluminação ou de tomadas de uso geral, serão sobrecarregados todas as vezes que os aparelhos de elevada potência forem utilizados. Por isso é de extrema importância dimensionar toda a rede elétrica.

Realizar revisões e manutenções: após a instalação elétrica em um imóvel, é importante que a primeira manutenção elétrica preventiva seja realizada em até dez anos. Após essa primeira revisão, as demais devem ser feitas, no máximo, de cinco em cinco anos. Dessa forma, é possível garantir a segurança e a qualidade das instalações.

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